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PharmaCafé 2025 foi um encontro presencial em São Paulo (SP), realizado em 16/09/2025. Desde o começo, o objetivo foi criar um tipo de conversa que, normalmente, não cabe em um palco tradicional. Assim, em vez de apresentações longas, a proposta foi direta: reunir lideranças da indústria farmacêutica para trocar experiências sobre IA, dados, automação e compliance em operações reguladas. Além disso, o encontro foi desenhado para conectar visão estratégica com decisões do dia a dia. Portanto, os temas apareceram sempre ancorados em situações reais de operação. Em outras palavras, a intenção foi aprofundar o “como fazer” com rigor, e não apenas comentar tendências.
Logo no início, ficou claro que, muitas vezes, o desafio não é falta de ferramenta. Pelo contrário, o problema costuma ser handoff manual e responsabilidade difusa entre áreas. Por isso, as conversas voltaram repetidamente para o que sustenta escala com controle: regras claras, validação e dono do processo. Ao mesmo tempo, reforçou-se que, em ambientes regulados, centralizar informação e evidências reduz risco em auditorias. Consequentemente, evita-se que o “processo viva na cabeça de alguém”. Além do mais, quando há registro consistente, a equipe consegue aprender com exceções. Assim, o fluxo evolui sem perder rastreabilidade. Ainda assim, esse avanço só acontece quando o processo é entendido ponta a ponta. Caso contrário, a automação apenas acelera o que já estava confuso.
Antes de tudo, a palavra mais repetida foi rastreabilidade. Ou seja, mais do que relatório, trata-se de “deixar claro o caminho”: quem fez, quando fez e por que fez. Dessa forma, a automação deixa de ser atalho e passa a ser controle operacional. Além disso, quando o caminho está claro, fica mais simples revisar, corrigir e justificar decisões. Portanto, a discussão não foi “automatizar tudo”, e sim automatizar com critério, com evidência e com governança. Consequentemente, decisões ficam menos dependentes de memória e mais apoiadas em processo.
Em seguida, apareceu um consenso: automação funciona melhor quando vem com regra, validação e dono do processo. Por um lado, isso aumenta velocidade. Por outro lado, isso preserva controle e previsibilidade. Ainda assim, quando a automação é tratada como “atalho”, surgem exceções invisíveis. Então, o risco cresce e a operação perde rastreabilidade. Por isso, a conversa destacou a importância de critérios explícitos. Além do mais, quando critérios existem, fica mais fácil treinar times e reduzir retrabalho. Assim, o ganho é sustentável.
Depois disso, um ponto ficou evidente: muitas vezes, o gargalo não está na tecnologia. Em vez disso, ele aparece nas passagens manuais entre áreas e nas aprovações implícitas. Portanto, quando o fluxo depende de “quem sabe fazer”, a operação perde velocidade. Em contrapartida, quando existe responsabilidade clara e etapas bem definidas, o processo ganha consistência. Assim, a automação reduz fricção sem abrir mão de evidência. Além disso, ao eliminar repetição, abre-se espaço para análise e melhoria contínua. Dessa maneira, o time foca no que exige julgamento humano.
Ao mesmo tempo, discutiu-se que centralizar informação reduz risco em auditoria. Além disso, diminui divergências entre versões e interpretações. Por exemplo, quando evidências ficam dispersas, cada área cria “seu jeito”. Consequentemente, o processo vira exceção. Em contrapartida, quando o registro é único e acessível, o time consegue explicar o porquê de cada decisão. Assim, sustenta conformidade com menos fricção. Ainda que cada operação tenha particularidades, esse princípio tende a se repetir. Portanto, clareza primeiro; depois, velocidade.
No entanto, quando o assunto foi IA, a conversa seguiu pragmática. Assim, em vez de “promessas amplas”, foram priorizados usos mais seguros e úteis, como triagem, classificação e roteamento. Ainda assim, isso depende de governança de dados. Portanto, sem qualidade, contexto e critérios, a IA pode amplificar ruído. Em outras palavras, primeiro vem a base; depois, vem a escala. Além do mais, quando a IA opera dentro de regras e controles, ela complementa o processo. Caso contrário, ela cria novos pontos cegos. Por isso, o debate enfatizou supervisão e responsabilidade definida.
Por conseguinte, os exemplos mais citados foram tarefas de alto volume e baixo julgamento, nas quais a consistência importa. Por exemplo, quando o volume cresce, a triagem manual vira fila. Então, a operação perde tempo. Contudo, quando a classificação segue critérios explícitos, a IA pode acelerar o roteamento. Assim, reduz atrasos. Além disso, ao registrar o racional, fica mais fácil revisar e ajustar. Dessa forma, a melhoria é incremental e rastreável. Ainda assim, a conversa deixou claro que governança vem antes de escala. Portanto, a adoção precisa ser gradual e controlada.
Enquanto o conteúdo acontecia, o ambiente ajudou. Além disso, o encontro foi realizado no Panvino, na Zona Sul de São Paulo, com alta gastronomia e um clima elegante. Assim, por ser uma troca aberta, as conversas fluíram com profundidade. Consequentemente, o networking virou resultado — não objetivo. Em seguida, a interação entre participantes trouxe comparações úteis entre rotinas. Dessa maneira, ideias foram traduzidas em decisões práticas. Por fim, o PharmaCafé 2025 se consolidou como um espaço para discutir velocidade com governança, isto é, eficiência com evidência. Portanto, sem perder o rigor que o setor exige, o encontro reforçou que evolução sustentável acontece quando processos, dados e pessoas caminham juntos.
Para concluir, o PharmaCafé 2025 destacou que velocidade e controle não precisam competir. Pelo contrário, quando há rastreabilidade, regras e responsabilidades claras, a operação ganha agilidade com previsibilidade. Assim, automação e IA deixam de ser apostas genéricas e viram mecanismos de execução com governança. Portanto, o evento foi menos sobre “tendência” e mais sobre prática. Consequentemente, as conversas ajudaram a esclarecer o que priorizar e como reduzir risco em ambientes regulados.
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Nome do café
4.9 estrelas no centro de São Paulo.






