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O Encontro Construtoras 2025 foi um evento presencial da MakeItSimple em formato de encontro e jantar, criado para lideranças da construção civil que buscam elevar previsibilidade e controle na execução de obras. Além disso, o evento foi desenhado para conversas objetivas, com foco no que realmente altera cronograma, orçamento e qualidade de entrega. Assim, a pauta ficou centrada em execução, e não em discurso.
Com duas edições, uma em Balneário Camboriú (SC) e outra em São Paulo (SP), o encontro construtoras reuniu decisores para discutir desafios reais do setor. Dessa forma, a mesma proposta foi aplicada em contextos regionais diferentes, porém mantendo o mesmo padrão de experiência. Ao mesmo tempo, a curadoria garantiu profundidade e, por isso, os debates seguiram práticos e orientados a resultado.
Em primeiro lugar, o encontro reforçou que produtividade na construção civil não melhora apenas com mais ferramenta. Pelo contrário, ela melhora quando existe visibilidade do que acontece em campo, quando há responsabilidade clara e quando a informação não fica espalhada. Portanto, a conversa avançou para o que sustenta previsibilidade de ponta a ponta, com status confiável e evidências acessíveis. Além do mais, quando o registro é consistente, a decisão fica mais rápida e menos reativa.
Em seguida, surgiram discussões sobre como antecipar gargalos antes de virarem atraso. Assim, em vez de agir quando o prazo estoura, a liderança consegue agir quando o desvio ainda é pequeno. Consequentemente, a gestão ganha cadência e, ao mesmo tempo, reduz improviso. Além disso, quando a operação trabalha com critérios, a obra fica menos dependente de memória e, portanto, mais dependente de método.
Além disso, outro ponto forte do encontro construtoras foi a fricção entre campo e escritório. Frequentemente, a obra perde tempo porque arquivo, foto, atualização e feedback circulam fora do fluxo. Por isso, reforçou-se a importância de centralizar comunicação e evidências dentro do processo, já que isso reduz retrabalho e, consequentemente, evita discussões por versão.
Ao mesmo tempo, o encontro tratou do custo invisível dos repasses manuais. Ou seja, o problema não está só no tempo gasto, mas também no atraso que se acumula quando o contexto se perde. Dessa maneira, registrar informação no momento certo e no lugar certo aumenta rastreabilidade e, assim, fortalece a execução. Consequentemente, a tomada de decisão melhora, pois o histórico deixa claro o que foi feito, quando foi feito e por qual motivo. Em resumo, menos ruído significa mais previsibilidade.
Nesse cenário, a monday.com apareceu no Encontro Construtoras 2025 como base prática para transformar operação em método. Em outras palavras, a plataforma ajuda a reunir o trabalho do time em um só lugar, enquanto facilita o compartilhamento de arquivos, imagens e atualizações. Assim, o projeto fica mais transparente e, portanto, o acompanhamento deixa de depender de reconstrução diária.
Além do compartilhamento, status em tempo real foi um tema recorrente. Por conseguinte, acompanhar progresso por etapa com registros consistentes permite que a liderança veja o que está funcionando e o que está travado. Consequentemente, cronograma, orçamento e recursos ficam mais fáceis de gerir. Ainda assim, o ganho real aparece quando essa visibilidade vira rotina. Dessa forma, a equipe reduz atrasos e, ao mesmo tempo, melhora o alinhamento.
Além disso, o tema de mobilidade trouxe um ponto decisivo para construção. Em particular, registrar no canteiro precisa ser simples. Por isso, funcionalidades móveis e modo off-line entram como diferencial na prática. Dessa forma, o time evita o efeito “lanço depois” e, assim, reduz lacunas. Em seguida, com a base preenchida corretamente, o projeto passa a refletir a realidade do campo. Portanto, o controle fica mais confiável.
Além do mais, automação apareceu ao longo do encontro construtoras como alavanca para tirar a obra do modo cobrança. Por exemplo, quando o plano muda, é possível disparar lembretes, avisos e atualizações automáticas. Assim, o time reduz dependência de mensagens soltas e, consequentemente, mantém o fluxo rodando com menos fricção. Do mesmo modo, a comunicação fica mais previsível.
Ao mesmo tempo, automações ajudam a manter consistência entre etapas e responsáveis. Portanto, em vez de “lembrar de lembrar”, o processo passa a se proteger. Consequentemente, exceções invisíveis diminuem e, por isso, a operação ganha estabilidade. Além disso, esse tipo de rotina libera tempo para análise e, em seguida, para melhoria contínua. Assim, a execução ganha ritmo.
Da mesma forma, o uso de dados apareceu como destaque. Assim, painéis e relatórios permitem enxergar progresso por etapa e risco de atraso com antecedência. Dessa maneira, a gestão deixa de correr atrás do prejuízo e, portanto, passa a atuar de forma preventiva. Além disso, quando o indicador é visível, a conversa muda, porque sai do achismo e, assim, entra no controle.
Enquanto isso, consolidou-se a ideia de que reportar não basta. Por isso, o valor está em transformar leitura em ação rapidamente. Consequentemente, a equipe consegue ajustar recursos, reorganizar prazos e, em seguida, tratar gargalos com prioridade. Por fim, a cadência melhora porque a execução passa a ter ritmo e, portanto, critério. Assim, a previsibilidade cresce.
Por outro lado, a discussão sobre IA no Encontro Construtoras 2025 seguiu pragmática. Em vez de promessas amplas, priorizaram-se aplicações seguras e úteis, como triagem, classificação, roteamento e apoio à decisão. Ainda assim, ficou claro que IA só entrega quando existe base, contexto e, portanto, governança. Dessa forma, a adoção tende a ser mais sólida.
Por isso, reforçou-se que dados e processos vêm antes de escala. Assim, a IA potencializa método, em vez de substituir método. Consequentemente, o ganho aparece quando a tecnologia opera dentro de critérios e, portanto, com rastreabilidade. Além do mais, esse caminho reduz ruído, aumenta consistência e, por fim, sustenta previsibilidade no longo prazo. Em resumo, governança primeiro e velocidade depois.
Por fim, o Encontro Construtoras 2025 teve duas edições do mesmo evento, direcionadas a públicos regionais. Em Balneário Camboriú (SC), o encontro aconteceu no Bistrô Rooftop Terrace. Já em São Paulo (SP), a edição ocorreu no NB Steak. Dessa maneira, manteve-se o mesmo nível de profundidade e o mesmo padrão de experiência, enquanto o contexto foi adaptado à realidade de cada praça.
Em resumo, o encontro construtoras se consolidou como um espaço reservado para quem lidera execução e busca alinhar tecnologia, processo e dados. Assim, a obra roda com mais eficiência e previsibilidade. Portanto, o objetivo foi trazer clareza, método e decisões sustentáveis para o dia a dia da construção civil. Por consequência, o debate ficou mais útil, mais aplicável e mais orientado a resultado.
O evento aconteceu em duas edições: 11/09, em Balneário Camboriú (SC), e 17/09, em São Paulo (SP).
Mais do que falar de “tendência”, a intenção foi aprofundar o como fazer com rigor. O foco foi execução. O que trava cronograma, distorce orçamento e gera retrabalho entre campo e escritório. E o que muda de verdade quando existe processo, dado e responsabilidade clara.
O ponto em comum foi direto: o problema raramente é falta de ferramenta. O que custa caro é informação espalhada, repasses manuais e campo e escritório operando em versões diferentes do projeto. Quando isso acontece, prazo vira suposição e orçamento vira discussão.
Por isso, a conversa girou em torno de previsibilidade na prática. Status em tempo real, evidência dentro do fluxo, responsabilidade clara e gestão por dados. Do tipo que reduz retrabalho e dá cadência para a operação.







